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A Taxa SELIC deve subir em 2021, e como fica o seu dinheiro nisso?

Autor: Bruno Oliveira Silva

Quando observamos as principais projeções do Mercado Financeiro, uma coisa até o momento é unanimidade: A Taxa SELIC deve subir em 2021!

Apesar de ter alcançado o menor patamar histórico em 2020, praticamente todas as instituições do Mercado Financeiro projetam que a SELIC deve ter alta significativa ainda em 2021.
Para quem investe, independentemente do tipo de investimento e do perfil de investidor, esta informação é essencial para o planejamento e estratégia nos próximos meses.

Neste artigo vamos trazer de forma simples e objetiva, quais as principais implicações desta variação na SELIC para o seu dinheiro, e o futuro dele!

O QUE É TAXA SELIC?

Sigla para Sistema Especial de Liquidação e Custódia, a Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. E sua variação afeta todas as demais taxas de juros existentes no país.
A taxa é definida pelo COPOM (Comitê de Política Monetária do Banco Central) a cada 45 dias. O que é decidido lá, afeta diretamente o seu bolso todos os dias.

COMO A SELIC AFETA MEUS INVESTIMENTOS?

A taxa SELIC é a principal referência dos títulos da categoria Renda Fixa. Eles têm este nome justamente porque a principal característica destes títulos é terem uma rentabilidade previsível, ou seja, você já tem uma ideia de quanto vai render no momento que faz a sua aplicação.
Os principais investimentos da renda fixa, e que são afetados pela SELIC são: Poupança, CDBs, Tesouro Direto, LCI e LCA, Letras de Câmbio e CRI/CRA, dentre outros.
Assim, quando a SELIC sobe, todos esses investimentos passam também a ter rentabilidades mais altas. Diante de um cenário econômico de inflação crescente e fraca atividade econômica, a alta dos juros básicos vem como uma tentativa de – ao menos temporariamente – baixar o apetite da inflação e reequilibrar o mercado, proporcionando mais estabilidade nos preços e evitar uma corrosão maior no poder de compra das pessoas.

COMO POSSO MELHORAR MINHA ESTRATÉGIA?

Se você é um investidor iniciante, a principal sugestão é seguir poupando na renda fixa, e diversificar entre as opções que estejam dentro do seu perfil de risco. Mesmo na renda fixa há opções de longo prazo com ótimas rentabilidades, como o Tesouro Direto (opção em que você compra títulos da dívida pública).
Agora, se você já tem mais experiência em investir e maior propensão à riscos, outra opção é analisar quais categorias não estão tendo um bom desempenho em sua carteira e alocar parte destes recursos em Renda Fixa, uma vez que elas trarão maior resultado ao menos no horizonte dos próximos 12 meses.

É isso aí pessoal, todos podem investir! Não importa o valor, o objetivo, o que importa é criar o hábito e ter disciplina. De 1% em 1% se vai longe!

Sobre o autor
Bruno trabalha em uma instituição financeira e seus hobbies são tocar violão, fazer churrasco e modelagem financeira esportiva.

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